Nossos produtos de maior sucesso em 2020 Lanternas Profissionais

O ano de 2020 não foi fácil pra ninguém. Porém, podemos usar esse clima de recomeço de início de ano para refletirmos não só sobre as coisas ruins que aconteceram, mas também sobre as boas.

Foi pensando nisso que tivemos a ideia para este post: uma retrospectiva de alguns de nossos produtos de maior sucesso em 2020. Veja só quais foram:

 

Raclite Dunamis 232

Lançada em 2020, a Dunamis 232 já é um grande sucesso. Nossa lanterna de mineiro é recarregável e possui 16h de autonomia, perfeita para aguentar qualquer expediente de trabalho.

Além disso, é altamente resistente: aguenta água, poeira, impacto, chamas e é segura para áreas classificadas (com risco de explosão). Sua iluminação também é super potente (232 lumens e 13 mil lux), mais que suficiente para qualquer atividade em mineração.

Por fim, o modelo ainda conta com um painel de LED com relógio e nível da bateria, pra você não ter nenhum imprevisto e ficar sem luz no trabalho.

É com certeza uma das melhores lanternas de mineiro no mercado, e você pode saber mais sobre ela aqui.

 

Faixa de LED Raclite

A Faixa de LED industrial já está em nosso catálogo há um tempinho, mas continuou como um de nossos maiores destaques em 2020. Sendo super versátil e potente, o equipamento é ideal para locais de trabalho escuros, como o interior de minas, túneis, torres de energia eólica e em várias outras necessidades.

Também é um produto livre de dores de cabeça: resiste a choque, impactos, água, poeira, temperaturas extremas, não precisa de manutenção e tem corte e reparos fáceis. Tudo isso com uma luz equivalente à do sol do meio-dia e um baixo consumo. E, caso você tenha algum problema, ela tem garantia de cinco anos.

Não é à toa que foi um de nossos grandes destaques do ano, é um equipamento que faz toda diferença no trabalho. Conheça todos os detalhes sobre ela aqui.

 

Raclite Hydra 1500

Lançamos o Hydra em 2019 e no ano passado ele já se consolidou como um de nossos produtos de mais sucesso. Com seu tamanho compacto e alta potência, ele é um equipamento excelente para qualquer setor.

Seu grande destaque são as bases magnéticas, que permitem que ele se fixe em qualquer superfície metálica, deixando o ambiente bem iluminado e suas mãos livres para o trabalho. Mas, se você preferir, também pode usar sua alça acoplável ou mesmo fixá-lo em um tripé.

O refletor conta ainda com entrada USB para recarregar seu celular ou rádio comunicador, abertura 180º, 1500 lumens de potência e até 22h de autonomia. Conheça mais e entenda porque ele faz tanto sucesso.

 

Raclite Big 850

A Big é nossa lanterna de mão profissional de grande porte, que faz sucesso por sua altíssima potência e alcance, bem acima do padrão das lanternas convencionais. Isso tudo em um corpo super leve e sem a necessidade de cabos, que podem atrapalhar o trabalho.

O modelo conta com modos alto, baixo e strobe, além de uma bateria que dura até 8h. Isso tudo em um corpo à prova d’água e com entrada USB para voce recarregar seu celular. Saiba mais sobre esse equipamento.

 

Conclusão

Esses foram alguns dos nossos equipamentos de maior sucesso em 2020, você já conhecia todos eles? E o seu favorito, apareceu na lista?

Gostaríamos também de agradecer a todos os nossos clientes que fizeram parte da nossa trajetória neste ano, e que possamos compartilhar ainda mais momentos em 2021!

Segurança do Trabalho: 4 Colunas Fundamentais para uma Empresa Segura

A história da Segurança do Trabalho está repleta de ideias e modelos sobre como eliminar para sempre os riscos. No entanto, apesar dos inúmeros programas de Segurança que existem, a realidade é que os acidentes continuam acontecendo.

As inspeções, os incentivos dados para incrementar as políticas de prevenção, os regulamentos, os dispositivos de proteção adaptados ao maquinário. Todos estes procedimentos buscam a fórmula mágica que torne o mundo mais simples e sem lesões.

Mas, na realidade, continuamos a nos deparar com pessoas acidentadas todos os dias. Vale então perguntar: Por que há falhas em nossos esforços e em nossos planos relacionados com a segurança? Qual a fórmula mágica? O que podemos fazer?

 

A Aceitação de Verdades Absurdas

Assim como no passado, hoje continuamos ouvindo coisas como:
1. Não estamos conseguindo êxito na eliminação dos acidentes;
2. Não conseguimos aplicar integralmente os conceitos de segurança nos ambientes de trabalho;
3. Temos que continuar na busca da “fórmula mágica”.

Além disso, pode até soar estranho para os profissionais ligados à segurança, mas para a maioria das empresas a segurança não é a prioridade número 1. Nunca foi e nunca será.

Trabalhamos porque queremos e necessitamos. Estamos dispostos a correr o risco de nos acidentarmos exatamente por este motivo. Todos aceitamos a ideia do risco. Há pessoas que ganham mais em decorrência dos riscos intrínsecos às suas tarefas. O mito de que a segurança é a prioridade número 1 tem de ser banido para sempre.

 

Deixemos os Mitos de Lado

À medida em que avançamos e discutimos sobre a integração da segurança em nossa cultura, é importante que eliminemos outro mito. Enquanto buscarmos a fórmula mágica, nossos esforços serão em vão.

Não existe fórmula mágica que reduza os acidentes, nem tampouco uma saída fácil para os desafios. Buscamos a resposta fácil, uma equação matemática que possa resolver nossos problemas… É uma busca inútil.

Talvez nos faltem as técnicas para administrar de forma eficaz; o conhecimento e entendimento técnicos… Não seria, talvez, a falta de mais alguns elementos? Mais investimentos, mais tempo para planejamento?

Conhecemos – devido às visitas que fazemos – o trabalho de muitos engenheiros e técnicos de segurança. A intenção deles é a melhor possível, fazendo de tudo para implantar a mentalidade que “segurança é cultura”.

 

Integração da Segurança em Nossa Cultura

Devemos abandonar nossos esforços? Não!

É tempo de nos agruparmos e analisarmos a questão de um ângulo diferente. É tempo de integrarmos a segurança em nossa cultura. A segurança deve ser parte importante de cada empresa e a essência de nosso trabalho.

Assim, para um plano de segurança funcionar efetivamente é necessário que ele esteja apoiado em quatro colunas: participação, responsabilidade, racionalidade e treinamento.

 

1 – PARTICIPAÇÃO

Sabemos da importância do enfoque participativo. A experiência nos tem demonstrado que as soluções para nossos desafios não estão distantes de nós, mas em algum lugar de nossa própria empresa.

Por isso, é importante que haja uma equipe de segurança sólida e que o trabalho conte com a participação de grupos para o estudo de assuntos específicos. Um grupo diretivo e/ou de supervisão de alto nível facilita o relacionamento e a comunicação com os escalões superiores, ajudando na aprovação das propostas.

Independente dos métodos, há vários aspectos necessários para garantir uma participação efetiva. Caso não estejam presentes, a participação vai acabar trabalhando contra os esforços de segurança e aniquilará o espírito de grupo de seus empregados.

Você deve se assegurar que o grupo está compromissado com os planos e os propósitos da empresa e agindo sempre com urgência. A urgência é o elo que não pode faltar entre o comprometimento com as metas e uma cultura bem definida de segurança.

Alguns projetos certamente demandam mais tempo que outros, principalmente os que dependem de respostas por parte das pessoas – os “participantes” que você convocou para oferecerem sugestões.

Você deve deixar claro que todas as opiniões recebidas são importantes e que serão analisadas. Não as levar em consideração é negativo e desestimulante. As pessoas se sentem felizes quando ouvidas.

Esse é um dos elementos mais importantes dentro de um processo participativo.

As pessoas que colaboraram com o aporte de opinião merecem uma resposta, mesmo que um “não”, desde que acompanhado de uma justificativa.

Dessa forma, se você estiver focado em otimizar a participação, estará fixando as bases para o êxito nos aspectos ligados à segurança.

 

2 – RESPONSABILIDADE

A aplicação efetiva dos conceitos de segurança em todos os níveis da empresa é uma responsabilidade de seus líderes. Normalmente, os empregados adquirem a consciência para cumprir as políticas e normas estabelecidas por meio de treinamento.

A discussão do que são/deveriam ser as responsabilidades é um tema amplo por si só. Sem dúvida existem vários elementos críticos na discussão, e que devem ser inclusas algumas medições de resultados para analisar a eficácia do programa.

Assim, a estratégia é promover a participação e o compromisso, inclusive quando os resultados se apresentarem num patamar inferior aos desejados.

Apesar dos métodos específicos para a conscientização dos empregados serem importantes, seu êxito depende muito mais de como os esforços são canalizados.

 

3 – RACIONALIDADE

Antes de mais nada, devemos adaptar nossas ações ao meio em que atuamos. Nosso foco deve estar fixado no que realmente importa – o que aconteceu e as ocorrências que resultaram em lesões (ou que poderiam ter causado alguma).

Para isso são necessários estudos das perdas e das exposições aos perigos, bem como um entendimento total das operações, repassados numa linguagem simples e direta. Além disso, o acompanhamento dos acidentes também pode trazer ensinamentos importantes.

Muitos profissionais se preocupam tanto em descobrir o responsável pelo acidente que acabam se esquecendo de estabelecer métodos para que evitar casos futuros.

 

4 – TREINAMENTO

Um dos indicadores do avanço de uma organização é a abertura de novas contratações. Porém, na pressa de colocar as pessoas contratadas imediatamente em seus postos, o “treinamento” pode incluir tudo, desde a orientação e o doutrinamento até simplesmente demonstrar ao recém-contratado “qual botão pressionar”.

Esta prática acaba aumentando a rotatividade e, como consequência, o ciclo continua. Todos nós sabemos qual o problema, mas parece que não sabemos resolvê-lo.

Claro que por meio de uma seleção criteriosa e um treinamento bem-feito podemos romper este ciclo vicioso. Mas para obter bons resultados é necessário o apoio irrestrito aos responsáveis pelas áreas envolvidas.

A maioria das pessoas trabalha duro e, naturalmente, além de realizar um bom trabalho desejam mostrá-lo aos seus superiores. Essa tendência cria um ambiente de trabalho frenético e intenso.

Apesar de isso não ser tão ruim, só um sólido programa de treinamento é capaz de gerar a força de um trabalho, não apenas à base do entusiasmo, mas da consciência e do mais elevado grau de profissionalismo.

Esperamos que essas informações tenham ajudado nesse sentido.

Aproveite e conheça também Treinamento em Segurança para Empresas: 9 Fatores para garantir os Melhores Resultados

Trabalho com Químicos Perigosos: 5 Medidas de Segurança Essenciais

Sempre que acontece um acidente em que químicos perigosos estão envolvidos, as providências costumam ser imediatas e as preocupações imensas. Geralmente são tomadas medidas para:
a) Garantir a segurança das pessoas;
b) Manter as pessoas correta e precisamente informadas;
c) Avaliar criteriosamente a natureza dos materiais e o nível dos riscos;
d) Proteger o bem-estar das pessoas envolvidas.

As preocupações na ocorrência de um vazamento químico são muito grandes e, claro, mais do que justas. Porém existem outras atividades que, pelo potencial de risco, envolvem especialistas em saúde ambiental e os obrigam a enfrentar diversos riscos químicos.

Esses riscos vão desde os gerados pela aplicação de pesticidas, até tratamento de esgotos, entrada em espaços confinados, galerias, etc.

As ações, em cada caso, devem ser assumidas por profissionais que tenham recebido treinamento especializado obrigatório. Além disso, devem fazer uso de equipamentos de proteção individual adequados e observar os procedimentos estabelecidos pela empresa.

 

1 – TERMINOLOGIA DE MATERIAIS QUÍMICOS DE RISCO

Manuseio de Químicos Perigosos no Trabalho

Material “perigoso” – Esse termo se aplica a todo e qualquer material que representa ameaça para a saúde ou para a vida humana.

Dejetos “perigosos” – São aqueles materiais que, mesmo fora de uso, ainda representam a mesma ameaça para a saúde ou para a vida humana. Existem cinco categorias gerais de materiais perigosos:

  • Corrosivos – Podem ser ácidos com pH menor que 2 ou básicos com pH maior que 12,5. Um produto químico corrosivo produz uma destruição visível na pele humana.
  • Explosivos – São uma mistura de sólidos ou líquidos e sólidos que, ao se decomporem de forma rápida e violenta, produzem grande volume de gás. Uma liberação súbita de gás causa explosão.
  • Líquidos inflamáveis – São os líquidos que têm o ponto de fulgor inferior a 37,7 °C, que é a temperatura em que se desprendem vapores suficientes para produzir uma ignição.
  • Oxidantes – São compostos que liberam oxigênio e alimentam o fogo. Um material oxidante pode ser explosivo se essa liberação for muito rápida.
  • Tóxicos – São materiais que podem provocar a degradação de organismos vivos. O grau de toxicidade varia entre um produto e outro. Alguns podem levar um indivíduo à morte com quantidades mínimas.

É essencial que os recipientes com produtos químicos sejam etiquetados identificando o conteúdo, listando também os riscos provenientes do contato com a substância.

A advertência pode ser representada por símbolos que expliquem os perigos, ou mesmo por escrito. Sejam eles produtos inflamáveis, tóxicos, corrosivos etc.

 

2 – ARMAZENAMENTO, MANUSEIO E ELIMINAÇÃO DE SUBSTÂNCIAS PERIGOSAS

O armazenamento e o manuseio de substâncias químicas perigosas implicam invariavelmente em perigos potenciais. Entretanto, a adoção de técnicas apropriadas pode controlar ou até mesmo eliminar os acidentes.

  • Nunca jogue produtos químicos em bueiros. A eliminação deve ser feita de acordo com os regulamentos. Algumas empresas especializadas em coleta de resíduos perigosos dispõem de locais especiais para despejo de pequenas quantidades. Esse é um método de eliminação de baixo custo e mais eficiente.
  • Antes de ser eliminado, o químico deve ser envasado de forma segura em um recipiente de acordo com o seu peso e sua natureza; reservado de acordo com sua compatibilidade (ácido com ácido, etc.) e em local seguro.
  • Mantenha todos os produtos químicos em uma só área, de maneira que os trabalhadores possam retirá-los em pequenas quantidades e levá-los às áreas de sua utilização, ou armazená-los em quantidades reduzidas em locais de apoio.
  • Os produtos químicos devem ser armazenados em locais com ventilação suficiente para evitar o acúmulo de vapores tóxicos e explosivos.
  • A área de armazenagem deve apresentar total segurança contra fogo.

 

3 – MEDIDAS PREVENTIVAS PARA TRABALHO COM QUÍMICOS PERIGOSOS

Nunca espere que ocorra um “desastre” para iniciar a adoção de medidas preventivas. Implante o quanto antes um plano para ser aplicado em todos as atividades que envolvam o manuseio de produtos químicos.

Faça uma lista dessas atividades e considere também os cuidados a serem tomados com seus resíduos. Desenvolva também planos para além dos limites de sua empresa, apresentando-os à administração de sua cidade, voltados para a degradação do meio ambiente.

Inclua as atividades de mineração, instalações industriais, operações de tratamento e processamento de madeira, agricultura, tratamento de água, as principais vias de transporte de cargas perigosas.

Consulte as autoridades policiais, bombeiros e polícias rodoviárias para obter informações sobre a movimentação de produtos perigosos. Eles podem prestar um grande auxílio fornecendo informações sobre o assunto.

Elabore uma lista de pessoas que, envolvidas com o bem-estar comum, queiram desenvolver um plano mais abrangente. É imprescindível estabelecer um plano que facilite a comunicação entre o grupo para a troca de informações. Por exemplo:

  • Seu nome.
  • Número do telefone para retorno de chamada.
  • Local e descrição exata do acontecimento.
  • Quantidade e nome produto químico envolvido
  • Características do ambiente (solo, córrego etc.)
  • Condições climáticas (vento, chuva etc.)

 

4 – REGRAS PARA SEREM SEGUIDAS EM CASO DE ACIDENTE COM CARGAS PERIGOSAS

Diante de um acidente em que materiais perigosos estejam envolvidos, a pessoa deve tomar as seguintes medidas:

  • Aproximar-se do local levando em consideração o sentido da corrente de ar, para não se expor aos vapores do material.
  • Não se deixar envolver por nenhuma fumaça ou vapor.
  • Considerar como perigosos todos os produtos que estejam em recipientes sem a devida identificação, até que sejam reconhecidos como seguros.

Quais materiais devem ser identificados?

  • Vazamento de material perigoso com ou sem incêndio.
  • Material perigoso envolvido com derrame, com ou sem incêndio.
  • Atitude: Informar a pessoa com quem deve fazer contato, ou a outros participantes do grupo, sobre o tipo de incidente e a via mais adequada para aproximação do socorro.

Como identificar o produto sem por em risco a própria segurança?

  • Tentar identificação visual
  • Conversar com o motorista que conduz a carga perigosa.
  • Fazer a verificação dos documentos de despacho e ficha do produto transportado.
  • Verificar no caminhão o número de risco e o número ONU inscritos no painel de segurança e as informações no rótulo de risco (losango logo ao lado).

Portanto, deve-se obter a maior quantidade de informações possível sobre a ocorrência, e entrar imediatamente em contato com o Corpo de Bombeiros Militar e com a Polícia Rodoviária.

Medidas de proteção caso você presencie um acidente com cargas perigosas:

  • Estacionar seu veículo de modo que a corrente de ar passe primeiro por você e depois pelo veículo com a carga.
  • Manter distância segura.
  • Evitar contato com o produto derramado.
  • Tomar apenas medidas que evitem o envolvimento de outros veículos.

No entanto, se houver vítima em perigo iminente, só inicie qualquer atitude de resgate depois de analisar todos os riscos em que você se envolverá. Não parta para nenhuma ação de resgate se o risco for muito grande.

Caso a situação, pelas circunstâncias, requeira o uso de equipamentos de proteção individual, não tente qualquer ação. Não se converta em mais uma vítima.

Esperar a chegada do socorro especializado é a atitude mais coerente. São profissionais treinados, capacitados e estão sempre equipados de forma apropriada para qualquer situação.

 

5 – EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPIs) PARA ATIVIDADES COM QUÍMICOS PERIGOSOS

O sistema respiratório humano suporta exposições a gases tóxicos, vapores e poeiras somente até certo grau.

A exposição a algumas substâncias químicas pode afetar ou destruir partes do trato respiratório, podendo ser absorvidas diretamente pela corrente sanguínea e levadas aos pulmões.

Eventualmente, esses químicos que ingressam em nosso organismo podem também afetar outros órgãos e tecidos.

A ventilação e outros meios de controle previnem ou atenuam a exposição dos trabalhadores. Quando esses métodos não são suficientes, os respiradores podem prover a proteção necessária.

Por meio de filtros mecânicos e cartuchos químicos, os respiradores purificadores de ar estabelecem as defesas contra partículas, gases e vapores presentes na atmosfera do ambiente de trabalho.

Já outros tipos de respiradores, chamados de provedores de ar, fornecem condições seguras para o trabalho por meio do fornecimento de ar de qualidade.

As roupas e acessórios também são fornecidos aos trabalhadores como forma de evitar a contaminação por contato com produtos químicos que entram no organismo por meio da pele e dos olhos.

Contudo, nem todos os EPIs oferecem proteção absoluta contra a ação de agentes químicos. Portanto, adotar produtos de melhor qualidade e mais resistentes aos ataques químicos, bem como conscientizar os trabalhadores contra os riscos aos quais estão expostos, são medidas necessárias para a produtividade, qualidade e sucesso de qualquer empresa.

 

Conclusão

O trabalho com químicos perigosos apresenta diversos riscos, e um pequeno acidente pode ser fatal. Por isso, é muito importante se abastecer de conhecimento para manter a segurança na sua empresa, ou caso presencie algum acidente.

Esperamos que essas informações tenham ajudado nesse sentido. Aproveite para se aprofundar mais no assunto e conheça também os equipamentos de iluminação mais adequados para o trabalho com cargas perigosas.

Investigação de Acidente de Trabalho: O Guia Completo

São muitos os elementos que devem ser coletados para que uma investigação de acidente de trabalho seja realmente completa.

Independente do tamanho ou de ser aparentemente insignificante, todo elemento necessita ser identificado, fotografado, listado ou marcado de alguma maneira, para que possa ser valioso no “panorama completo” da investigação.

O que se deve fazer em primeiro lugar? Com qual profundidade se deve investigar os detalhes? Neste post reunimos informações sobre vários instrumentos de investigação de fácil aplicação, que podem ser utilizados ou adaptados ao seu próprio plano de investigação de acidentes.

Os procedimentos de investigação adequados ajudarão a:
a) Identificar as provas.
b) Identificar os fatores que contribuíram para o acidente.
c) Fotografar ou fazer um esboço da cena do acidente.
d) Fazer anotações.
e) Entrevistar as testemunhas.

 

1. Identifique as Evidências

As evidências são tudo o que é real, que tem fundamento e que possa ajudar a esclarecer o fato. As provas físicas podem ser vistas, apalpadas e até mesmo postas à prova de nosso paladar. Podem ser grandes ou pequenas, sólidas ou líquidas.

A identificação e a coleta das provas ajudam a determinar a causa fundamental do acidente. As provas podem incluir o seguinte:
a) Posição de equipamentos e ferramentas.
b) Qualidade do ar na área do acidente.
c) Limpeza e manutenção dos equipamentos e ferramentas.
d) Condições do piso, pavimento ou superfície.
e) Registros de manutenção de equipamentos.

A Posição dos Equipamentos e Ferramentas

A posição dos equipamentos e das ferramentas no local do acidente pode fornecer informações sobre a forma com que eles estavam sendo utilizados antes do evento. Assim, é possível descobrir se o uso incorreto de equipamentos foi uma das causas do problema.

A Qualidade do Ar

Se há suspeita de que a qualidade do ar no local de trabalho ou nas adjacências tenha contribuído para causar o acidente, torna-se indispensável sua investigação.

Através desse processo podemos obter informações valiosas a respeito do controle das condições ambientais feito pela Engenharia de Segurança, bem como das concentrações de contaminantes que estejam acima dos Limites de Exposição.

Entre os elementos específicos que devem ser avaliados quando se monitora a qualidade do ar estão:
a) Oxigênio.
b) Monóxido de carbono.
c) Aerodispersoides.
d) Emanações de gases e vapores.

Caso se conclua que as condições atmosféricas tenham contribuído para causar o acidente, é necessário que os controles de engenharia sejam avaliados e que sejam feitos estudos visando melhorar qualidade do ar no local e no ambiente como um todo.

Para reforçar a efetividade de uma investigação, podemos incluir a verificação de:
a) Iluminação.
b) Limitações de visibilidade pela presença de poeira, fumos e névoas.
c) Níveis de ruído excessivos.
d) Motivos que possam atrair a atenção do trabalhador, distraindo-o.

Limpeza e Manutenção dos Equipamentos e Ferramentas

A limpeza deficiente e a manutenção inadequada dos equipamentos e ferramentas também podem contribuir para a causa de acidentes no local de trabalho.

Uma investigação completa analisa até mesmo se resíduos químicos, sujeiras, condições de funcionamento dos equipamentos e a qualidade das ferramentas contribuíram para a ocorrência do acidente.

As Condições do Piso

As condições do piso são outro fator de risco para os perigos de acidente. Por esta razão o piso deve ser mantido sempre seco, sem resíduos ou defeitos (como buracos, objetos salientes etc.).

As superfícies devem ser bastante amplas para permitir o livre movimento de pessoas e equipamentos móveis, como empilhadeiras, por exemplo. A investigação deve incluir indagações como:
a) A superfície de trabalho estava seca e em boas condições?
b) Estava escorregadia, suja de graxa ou óleo?
c) A área de trabalho permite o livre trânsito de equipamentos e pessoas?
d) As ferramentas nos armários estavam adequadamente arrumadas?
e) O piso é revestido de material antiderrapante para evitar quedas?

 

2. Identificar os Fatores que contribuíram para o acidente

Além das evidências físicas, é possível que haja outros fatores que contribuem para um acidente. Entre eles estão as falhas operacionais, violação de normas e procedimentos, estado de ânimo, antecedentes de saúde, uso indevido de medicamentos, bebidas etc.

As falhas operacionais ocorrem durante as atividades de trabalho normais e, com frequência, estão entre as principais causas dos acidentes. Por isso, é necessário verificar a existência de:
a) equipamentos mecânicos sem dispositivos de proteção;
b) dispositivos de proteção defeituosos ou deficientes;
c) andaimes, escadas, ferramentas ou equipamentos elétricos defeituosos/danificados;
d) manuseio de gases, vapores e líquidos sem os devidos cuidados;
e) ventilação ou iluminação inadequada;
f) exposição excessiva ao ruído etc.

Entre as violações de normas e procedimentos consideram-se as operações de equipamentos sem a devida autorização; transporte de materiais cuja quantidade ou peso ultrapasse os limites estabelecidos; circulação em áreas sinalizadas com aviso de proibição; omissão no uso de EPIs., entre outras.

Outro fator importante para a segurança do trabalhador é o estado de ânimo em que ele cumpre suas atividades. Com o humor baixo, caso o trabalhador esteja num mau dia, a probabilidade de que ocorra um acidente aumenta.

Por isso, é importante ficar de olho em alguns sinais de comportamento. São eles: atitudes negativas ou hostis diante dos colegas e até do supervisor; desrespeito às normas de segurança; negligência de instruções; conduta inadequada, etc.

Além disso, também é necessário analisar os antecedentes de saúde do trabalhador envolvido no acidente. A partir disso, muitas vezes é possível esclarecer a causa do ocorrido.

Os registros de lesões, enfermidades e acidentes frequentes podem ajudar a identificar as áreas problemáticas que tenham contribuído para o acidente e que precisam ser tratadas imediatamente.
Ademais, problemas com álcool também são um grande catalisador de acidentes. Os sintomas que podem indicar o uso indevido de bebida alcoólica incluem processos mentais lentos, deficiência de coordenação, contração das pupilas, hálito característico, etc.

 

3. Fotografar ou Fazer um Esboço da Cena do Acidente

A fotografia documenta os elementos do acidente e fornece ao investigador informações precisas do acontecimento. Para preservar as provas, nada relacionado com o acidente deve ser mudado de lugar até que as fotos sejam tiradas.

Caso seja necessário mover algum equipamento para resgatar o trabalhador acidentado, instrua o pessoal do resgate para mover apenas o que for absolutamente necessário.

Também é importante que as imagens que o ajudem a reconstruir a cena total do ocorrido. Para isso, tire uma série de fotos que enfoquem primeiro a área geral do acidente e, depois, detalhes de elementos específicos.

Faça anotações relativas a cada fotografia, pois elas serão de muita utilidade no conjunto final de provas levantadas. Registre através delas momentos de fato relevantes.

Para te ajudar, resumimos as 4 principais dicas para tirar fotos de qualidade:
a) Sempre fotografe a cena antes que qualquer coisa se altere.
b) Fotografe tudo que possa ter contribuído para o fato.
c) Fotografe as testemunhas quando estiverem fornecendo informações.
d) Quando fotografar detalhes de um elemento, ponha junto um objeto conhecido para servir de referência.

 

4. As Anotações para Investigação de Acidente de Trabalho

As anotações feitas durante a investigação de acidente de trabalho são essenciais para registrar dados relevantes do ocorrido, bem como as narrativas das testemunhas. Com informações de qualidade, você pode elaborar um relatório completo, fiel e conclusivo.

 

5. Entrevistas de Investigação de Acidente de Trabalho

Quando entrevistar a vítima ou testemunhas, sua única meta deve ser buscar as razões do acidente, e não identificar culpados ou fazer críticas. Nada de lamentações ou preocupações com custos e prejuízos legais que a ocorrência possa acarretar.

Por fim, separamos também alguns conselhos práticos para que você tenha uma entrevista de sucesso:
a) Faça a entrevista o quanto antes, no momento do acidente se possível;
b) Durante a entrevista observe atentamente a condição física e mental do trabalhador acidentado.
c) Informe que a meta da investigação, através da entrevista, é prevenir um novo acidente;
d) Procure obter informações sobre as ações que antecederam o acidente;
e) Não interrompa a narrativa do trabalhador nem peça muitos detalhes nessa ocasião. Trate de evitar comentários ofensivos ou acusações;
f) Repita para as testemunhas as informações fornecidas pelo trabalhador acidentado, e procure obter dados adicionais e opiniões que enfoquem possíveis causas do acidente;
g) Não sugira negligências, erros ou culpados;
h) Finalize a entrevista com uma atitude positiva agradecendo aos colaboradores pela ajuda prestada

 

Conclusão

Por mais seguro que seja o trabalho, eventualmente acidentes podem ocorrer. Nesses casos, o ideal é realizar uma investigação bem-feita para entender o que houve e evitar ocorrências futuras.
Esperamos que as informações desse post ajudem você e sua empresa em futuras investigações, caso sejam necessárias.

 

 

 

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Descubra como escolher o modelo ideal de lanterna para sua indústria

 

Treinamento de Segurança do Trabalho: Como garantir os melhores resultados na empresa

Não é segredo que o treinamento de segurança do trabalho estimula o aperfeiçoamento contínuo dos funcionários. No entanto, com frequência, os profissionais responsáveis pela Segurança nas empresas se deparam com problemas relacionados com treinamento.

Na verdade, estas dificuldades são tão comuns que Paula Dutra, diretora da Racco, disse: “É uma lástima que o treinamento em segurança seja um tema sobre o qual se fala e se escreve tanto, e por ele se faz tão pouco”.

Os profissionais de Segurança e Recursos Humanos que desenvolvem programas de treinamento sempre se deparam com muitos mitos e desafios. Por isso, separamos nove fatores importantes para te ajudar a garantir o melhor treinamento para sua equipe.

 

1. O conhecimento de um trabalhador dentro da empresa nem sempre significa que ele saberá fornecer um bom Treinamento de Segurança do Trabalho.

Muitas empresas costumam escolher um dos técnicos que mais se destaca, dentre seus mais antigos e experientes colaboradores, para ser responsável pela área de treinamento. Afinal, quem conhece o trabalho melhor do que ele?

A oportunidade pode ser entendida tanto pela empresa quanto pelo técnico como um caminho para um nível de conhecimento ainda maior. Apesar de não ser um pensamento totalmente errado, nem sempre resulta em sucesso.

A aptidão e a habilidade necessárias para ser um bom técnico não são as mesmas que fazem um bom profissional de treinamento.

Os “carregadores de piano” são “inconscientemente competentes”. Sabem como executar bem o seu trabalho, mas na maioria dos casos não conseguem repassar a sua experiência a outros trabalhadores.

Quando promovidos ao posto de instrutor, tendem a dizer como os outros devem realizar as suas tarefas. Isso, entretanto, não é ensinar, é dar ordens. Esse é o tipo de conduta que ignora as habilidades mais apropriadas para o treinamento de pessoas adultas.

É bem possível que a sua capacidade de saber ouvir simplesmente não exista. A situação termina numa tremenda frustração para ele, para os que seriam treinados e para a gerência que o nomeou.

 

2. Um bom profissional em Treinamento de Segurança do Trabalho tem como um de seus atributos um excelente relacionamento interpessoal.

Um hábil profissional de Treinamento de Segurança do Trabalho sempre acata as boas experiências de seus treinandos. Muitas vezes, tais experiências são tão importantes que se somam ao programa do instrutor, enriquecendo o seu próprio conhecimento.

A habilidade para extrair as experiências de integrantes de um grupo exige interação com eles e a qualidade de saber escutar.

Reconhecemos que existem indivíduos excelentes nas tarefas técnicas; e outros que sabem se relacionar de forma magnífica com as pessoas. Mas não é fácil encontrar indivíduos com estas duas qualificações.

Assim, as habilidades interpessoais contribuem muito mais para o êxito de um treinamento em Segurança do que as habilidades técnicas. É muito mais fácil ensinar a técnica a um profissional que bom de relacionamento que ensinar relacionamento a um técnico.

 

3. O Treinamento de Segurança do Trabalho não é a solução para a maioria dos problemas de segurança, porém não deixa de ser um excelente apoio para a solução correta.

Na verdade, o treinamento talvez não seja a melhor solução para a maioria dos problemas de segurança na maior parte das empresas.

Frequentemente, tão logo acontece um acidente, a gerência anuncia: “Para que isto não se repita, todos receberão treinamento!” A motivação é boa, mas o método não.

Pergunte a si mesmo antes de adotar um programa de treinamento para toda sua empresa: Se você vive apontando um revólver (por exemplo) para a cabeça de seus funcionários, poderão eles produzir de acordo com suas expectativas?

Caso a resposta seja positiva, você não tem nenhum problema de treinamento.

Sabemos que toda empresa possui várias ferramentas que podem ser utilizadas para seu crescimento e consolidação do seu sucesso. O Treinamento de Segurança do Trabalho é certamente uma das mais poderosas, quando posto em prática com competência.

 

4 – Um método ou programa de treinamento pode funcionar muito bem numa empresa, mas não se adequar a outra.

Para saber se um treinamento em Segurança que funcionou numa empresa pode ser aplicado em outra com o mesmo resultado, é necessário considerar as similaridades nas estruturas, procedimentos e atitudes de ambas.

Quando um médico prescreve medicamentos sem diagnóstico, ele deve ser responsabilizado pela má prática da medicina.

Da mesma forma, querer repetir um programa de Segurança numa empresa porque deu certo em outra, é uma má prática – um caso de prescrição sem diagnóstico. Portanto, é essencial realizar um estudo sistemático das características de cada organização específica.

 

5 – O Treinamento em Segurança deve gerar Produtividade, Qualidade e SEGURANÇA!

Um bom programa de treinamento deve atingir as expectativas dos trabalhadores quanto às aspirações da organização no que diz respeito à produtividade, qualidade e segurança.

Quando as medidas de segurança estão em conflito com a produtividade e a qualidade, os empregados ficam em dúvida sobre a importância que a gerência dá a sua segurança. Com isso, é bem possível que as outras necessidades da empresa fiquem comprometidas.

Vemos frequentemente instrutores procurando conscientizar grupos de trabalhadores quanto à prática de medidas de segurança de forma isolada e fora das atividades diárias da maioria de seus integrantes, simplesmente considerando a segurança como um tema.

Este procedimento desvaloriza a relevância que a Segurança deve ter para o indivíduo. Portanto, o ideal é que o instrutor deixe claras as medidas de segurança a serem adotadas pelo trabalhador de acordo com o contexto de suas atividades.

 

6 – Todo método de treinamento deve ser avaliado com exatidão para que seja determinado o nível de sua contribuição como valor agregado para a empresa.

Nenhum método ou programa de treinamento vale a pena até que tenha sido avaliado de forma sistemática e objetiva. Examine os seguintes pontos quando avaliar o impacto de um treinamento feito em sua empresa:

a) Qual foi o resultado?
b) Por que alguns componentes foram mais importantes que outros?
c) Quem recebeu o benefício do valor agregado?
d) Que grau de benefício gerou o treinamento?
e) Em que se pode melhorar?
f) Como sabemos se o treinamento gerou o impacto esperado?

Não basta se contentar pelos empregados terem sido treinados em segurança; é necessário avaliar o impacto do treinamento. O treinamento nunca é o resultado final, mas o meio que promove e reforça um resultado específico.

 

7 – O Treinamento de Segurança do Trabalho deve ser considerado como uma atividade de troca de cultura.

No passado, os consultores das empresas trocavam as políticas organizacionais como se um novo programa ou intervenção pudesse apresentar resultados a curto prazo. Estavam equivocados, claro.

Não se trocam os padrões de uma organização buscando alcançar expectativas rapidamente. Aliás, as mudanças sempre encontraram resistências consideráveis.

O homem de segurança, no exercício de suas funções, deve procurar conhecer bem os padrões da empresa pela qual é responsável, e fazer com que a gerência compreenda que nenhum programa de treinamento muda uma mentalidade da noite para o dia.

O treinamento em segurança tem sua assimilação estreitamente ligada à questão cultural. Dessa forma, ela exige uma análise dos hábitos e condutas dos empregados, para que o planejamento seja elaborado a partir de uma base sólida.

A atenção sobre o que assimilam os trabalhadores de cada treinamento tem que ser bastante considerada, bem como a observação da aplicação dos ensinamentos, na prática. Mais importante ainda, a visão de um resultado que certamente virá, porém a médio ou longo prazo. Paciência.

 

8 – A implantação do treinamento em Segurança pode ser mais efetiva quando se utiliza uma variedade de métodos de ensino.

Instrutores podem cair com facilidade na armadilha de criar um programa de treinamento em Segurança de acordo com suas próprias conveniências, ao invés de levar em conta as reais necessidades dos empregados treinados. É preciso avaliar os treinandos e seus estilos de aprendizagem para a adequada implementação do programa.

Na verdade, não existe “uma forma única” de se implantar um treinamento em Segurança dentro de uma empresa. Aquilo que funciona para um indivíduo ou grupo num determinado momento, não funciona quando se repete o mesmo programa para o mesmo indivíduo ou grupo, em outra ocasião.

A melhor opção é estabelecer uma variedade de métodos de treinamento, mesmo que o tema seja o mesmo, para garantir um trabalho com significado para todos os indivíduos, independente do estilo e da capacidade de aprendizagem.

 

9 – A contratação de um instrutor externo pode ser uma medida mais coerente em termos de custos para a implementação de um Treinamento de Segurança do Trabalho.

As organizações têm uma tendência sedutora de criar, desenvolver e por em prática seus treinamentos em Segurança, tendo como base seus próprios recursos. A decisão de fazer este trabalho internamente pode parecer uma boa forma de administrar seus investimentos.

Pense na forma em que muitas vezes precisamos de um médico. Na maioria dos casos costumamos usar os serviços do médico da família quando nossas “doenças” são aquelas que ele já conhece. No entanto, quando surge um problema mais complicado, é o nosso próprio médico quem recomenda o especialista para solucionar o nosso problema.

Quando um instrutor de Segurança externo é chamado para trabalhar no desenvolvimento de treinamento com os profissionais de segurança da própria empresa, geralmente os resultados são inferiores aos obtidos pelo pessoal da casa.

Já quando a empresa estabelece e especifica claramente suas necessidades, identificando um profissional externo com excelente qualificação, é muito provável que obtenha os resultados desejados a um custo menor.

 

Conclusão

O treinamento em Segurança não resolve sozinho os problemas de acidente em uma empresa. No entanto, como vimos, é uma excelente (e necessária) forma de apoio para diminuir os riscos.
Esperamos que essas dicas tenham sido úteis para a elaboração do programa de treinamento na sua empresa.

 

 

Confira também 6 situações que podem gerar uma explosão e você não sabia

A importância da saúde mental para trabalhadores da indústria

Desde 2017, o Brasil é considerado o país mais ansioso do mundo pela Organização Mundial de Saúde. Cerca de 9,3% da população do país convive com o transtorno. Com iniciativas como o “Setembro Amarelo”, o tema da saúde mental tem sido cada vez mais debatido na mídia e nas redes sociais – principalmente no contexto atual de pandemia.

Porém, quando falamos sobre trabalhadores do setor industrial, o assunto ainda não é discutido o suficiente. Por isso, preparamos esse post com informações importantes sobre o tema.

 

Quais os impactos da saúde mental no trabalho?

 

 

De acordo com o Ministério da Saúde, 1 a cada 5 pessoas podem sofrer de problemas de saúde mental. Esses transtornos acabam impactando diretamente no trabalho, em questões como produtividade e faltas.

Entre 2012 e 2018 foram em média 111 mil afastamentos por ano, sendo a depressão a principal causa de auxílio-doença não ligada a acidentes. Assim, fica claro a importância das empresas se atentarem à saúde mental dos funcionários.

 

Quais os fatores que afetam a saúde mental no trabalho?

Por meio de entrevistas com milhares de pacientes diagnosticados com algum tipo de transtorno como depressão ou ansiedade, a OMS listou as principais condições de trabalho que afetam a saúde mental dos funcionários. São eles:

  • Chefes autoritários
  • Cobrança excessiva/pressão
  • Sobrecarga de responsabilidades
  • Falta de comunicação com o resto da equipe
  • Assédio moral (situações de humilhação constantes)
  • Falta de valorização

Além disso, é importante destacar que em alguns setores, o contato com certas substâncias químicas também pode afetar neurologicamente os trabalhadores. Isso ocorre especialmente no agronegócio, com alguns agrotóxicos que agem no Sistema Nervoso Central.

O agronegócio é, inclusive, o setor com a maior taxa de suicídio entre trabalhadores na indústria brasileira – e esse pode ser um dos motivos.

 

Quais os sintomas de um trabalhador com a saúde mental afetada?

Para garantir um ambiente de trabalho saudável, é importante estar atento ao comportamento dos colaboradores e colegas. Os principais sinais de que alguém está passado por problemas de saúde mental são:

  • Tristeza
  • Apatia
  • Estresse/mau humor constante
  • Sonolência
  • Mudanças nos hábitos alimentares
  • Dificuldade para iniciar/completar tarefas
  • Inquietação

Caso você ou alguém do seu trabalho apresente 3 ou mais desses sintomas de forma frequente, é necessário buscar ajuda especializada, como um psicólogo ou psiquiatra.

 

Como a empresa pode ajudar na saúde mental dos funcionários?

A principal medida que as empresas devem adotar é o diálogo constante com os funcionários. Assim se descobre se algum fator pessoal ou mesmo de trabalho (como sobrecarga) pode estar afetando o colaborador.

Além disso, é importante incentivar a busca por ajuda adequada, como indicação de médicos e psicólogos que atendam pelo plano de saúde da empresa (caso haja).

Programas de apoio e de gerenciamento de estresse para toda a equipe também podem ser de grande ajuda, assim como gratificações de reconhecimento pelo trabalho.

 

Conclusão

Nos últimos meses, o tema da saúde mental tem sido mais discutido do que nunca no Brasil. No contexto de trabalho, também é muito importante que o assunto seja tratado. Esperamos que com as informações desse post, sua empresa esteja mais preparada para criar um ambiente de trabalho saudável para toda equipe.

Fontes:
Organização Mundial de Saúde
Ministério da Saúde

 

 

Segurança Nr10: Saiba como se adequar as mudanças nas Normas de Segurança para 2020

As Normas Regulamentadoras são medidas criadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego para regulamentar as condições trabalhistas no país, garantindo a segurança e integridade dos trabalhadores.

As empresas que não cumprem com as NRs podem sofrer diversas consequências, como:
– Multas pelo Ministério;
– Embargo/interdição;
– Pagamento de adicionais de insalubridade e periculosidade;
– Entre outras taxas e ações burocráticas.

Além disso, em caso de acidente, devem pagar para os funcionários todas as despesas médicas, ou mesmo pensão vitalícia em casos fatais. Também respondem judicialmente por crimes que vão de infração penal a homicídio, a depender da gravidade da situação.

Por outro lado, estar em dia com as normas traz benefícios além da segurança, como:
– Menor riscos de indenizações;
– Possibilidade de reduzir ou até eliminar o pagamento de alíquota adicional ao Seguro Acidente do Trabalho (SAT)

Assim, já fica claro a importância de que sua empresa esteja de acordo com as NRs. Porém, com as atualizações nas normas, pode ser difícil de acompanhar todas as mudanças.

Uma Norma que foi atualizada recentemente é a NR10, que aborda “Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade”.

No dia 9 de janeiro de 2020, a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia abriu a consulta pública para o novo texto da NR10, que ficou aberto para sugestões da população até 9 de fevereiro.

Confira nos próximos slides as principais mudanças e saiba como se adequar:

 

PRINCIPAIS ALTERAÇÕES NA NR10

 

10.2 CAMPO DE APLICAÇÃO

– Esta NR se aplica às fases de geração, transmissão, distribuição e consumo das diversas fontes de energia elétrica, incluindo as etapas de projeto, construção, montagem, operação e manutenção de instalações elétricas de baixa, média e/ou alta tensão, em corrente alternada e/ou contínua, de caráter permanente ou temporário.

– Aplicação direta do trabalho em proximidade de instalações elétricas: Trabalhador pode adentrar à zona controlada, conforme Anexo II da NR 10, seja com parte do corpo ou por meio de extensões condutoras*.

*Representadas por materiais, ferramentas ou equipamentos que manipule

 

10.3 MEDIDAS DE PREVENÇÃO

– Adotar medidas de prevenção contra:
Choque Elétrico;
Arco Elétrico;
Outros fatores de riscos de origem elétrica: áreas classificadas, sobretensões e
proteção contra descargas atmosféricas; e
Fatores de riscos adicionais.

 

10.4 ELIMINAÇÃO DO FATOR DE RISCO

– Prioritariamente adotar a eliminação com a desenergização das instalações elétricas (Requisito 10.12);
– Quando só for possível desligar deve atender ao que estabelece o disposto do trabalho energizado (Requisito 10.13);
– Na impossibilidade da desenergização das instalações elétricas devem ser adotadas medidas de proteção coletiva (Requisito 10.5);
– Quando estas não forem suficientes deverão ser adotadas outras medidas, obedecendo-se à seguinte hierarquia:
a) medidas administrativas e de organização, conforme itens 10.6/10.7/10.8/10.9;
b) medidas de proteção individual, conforme item 10.10.

 

10.5 MEDIDAS DE PREVENÇÃO COLETIVA

– Medidas de proteção coletiva contra:
Choque Elétrico: proteção básica (contato direto) e de proteção supletiva (contato indireto);
Arco Elétrico: diversos meios de proteções (mecânica, elétrica, Limite de Aproximação Segura);
Explosão: áreas classificadas;
Sobretensões;
Descargas atmosféricas.

 

10.6/10.7/10.8/10.9

– A organização deve adotar medidas administrativas e de organização de forma a atender os requisitos do 10.6 e os critérios de:
– Habilitação, Qualificação e Capacitação (requisito 10.7);
– Treinamento (requisito 10.8);
– Autorização dos trabalhadores (requisito 10.9).

 

10.10 MEDIDAS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

– O EPI é estritamente pessoal, sendo proibido o uso compartilhado entre trabalhadores;
– Parra as vestimentas de trabalho com proteção contra os efeitos térmicos do arco elétrico e do fogo repentino deve ser seguido o Anexo IV – Especificação das Vestimentas de Proteção desta NR.

 

10.11/10.12/10.13

– Equipamentos, dispositivos e ferramentas elétricas:
– preservar as características de proteção;
– respeitar as recomendações do fabricante e influências externas;
– ser inspecionados e testados;
– Recomendações Fabricante e normas;
– Normas e critério empresa (BT);
– MT/AT – anualmente.

– Sequência de desenergização:
a) delimitação e sinalização da área de trabalho;
b) seccionamento ou desligamento;
c) constatação da ausência de tensão;
d) impedimento de reenergização;
e) constatação de ausência de tensão para a instalação de aterramento temporário com equipotencialização dos condutores dos circuitos;
f) proteção dos elementos energizados existentes nas imediações;
g) instalação da sinalização de impedimento de reenergização.

– Mais de uma fonte de energia:
– A organização que possuir fonte própria de energia elétrica deve implementar medidas que impeçam a energização de instalações elétricas de outras organizações, salvo previsto em legislação competente.
– Garantir a desenergização por medidas que impeçam a energização por outras instalações elétricas.

 

10.14 DOCUMENTAÇÃO

– Manter atualizado o projeto elétrico (plantas, esquemas, diagramas);
– Manter o prontuário das instalações (carga instalada superior a 75 kW);
– Relatório das inspeções das instalações elétricas, com recomendações e cronogramas de adequações, e quando aplicável, a documentação constante do Prontuário de Instalações Elétricas.

 

10.15 CONDIÇÕES OU SITUAÇÕES DE GRAVE E IMINENTE RISCO (GIR)

– Definição de 5 condições ou situações de Grave e Iminente Risco (GIR), quando não atendidas as condições de proteção, irão gerar medida de embargo ou interdição:
1 – Não atender as proteções em Áreas Classificadas;
2 – Não implementar Energização / Reenergização;
3 – Trabalhador não estiver AUTORIZADO;
4 – Permitir o trabalho individual acima de 1000 Vca / 1500 Vcc ou no SEP;
5 – Não realizar ensaios e testes de isolação elétrica em equipamentos, ferramentas, dispositivos isolantes, equipamentos de proteção individual/coletivo.

 

CONCLUSÃO

 

É muito importante para todas as empresas estarem de acordo com as Normas Regulamentadoras, garantindo a segurança dos trabalhadores e evitando complicações judiciais e tributárias.

Para isso, é necessário estar sempre por dentro das ultimas atualizações das normas pelo Governo Federal. Esperamos que esse post tenha sido de ajuda para entender melhor o que mudou na versão mais recente da NR10.

Para saber mais, você pode conferir o novo texto da NR10 na íntegra, disponível aqui.

Veja também o post em nosso blog sobre as outras NRs: https://raclite.com.br/cimenteira/normas-regulamentadoras-resumo-e-ultimas-atualizacoes-das-nrs/

lanternas para iluminacao no agronegocio

Mesmo sendo um dos setores mais avançados da economia brasileira, o Agronegócio ainda é fonte de grande parte dos acidentes de trabalho no país. No entanto, a iluminação para agronegócio, com equipamentos apropriados para as especificidades do setor, pode ajudar não só a diminuir os riscos de acidente como também a tornar o trabalho mais eficiente.

Pensando nisso, preparamos esse post para abordar os principais problemas de iluminação para agronegócio, e as melhores soluções para cada um.

Logo a seguir você confere as informações resumidas em um infográfico ilustrativo. Ou, se preferir, é só descer a página um pouco mais para ler a informação completa em forma de texto:

DESAFIO: Plantações e colheitas (como milho, arroz, trigo, mandioca e cana de açúcar)

– Trabalho noturno ou logo pela manhã quando o sol ainda não nasceu
– Deficiência de Iluminação no ato do carregamento dos caminhões

SOLUÇÃO:

Diversas empresas dos setores alimentícios e usinas de álcool utilizam nossas lanternas, principalmente as de uso na cabeça, para liberar as mãos, e o sistema de Iluminação de longo alcance para iluminar uma grande área, desde a colheita até o transporte.

Produtos:

NIGTHSTICK 5592 RACLITE – REFLETOR ANTIEXPLOSÃO COM BASE MAGNÉTICA RECARREGÁVEL (1.000 LUMENS)

DESAFIO: Moagem (extração do amido de milho)

Trabalhos que exigem bastante atenção e cuidado, pois, tanto na operação do dia a dia, quanto nas manutenções e inspeções das maquinas, são realizados em áreas classificadas. Assim, exigem uma iluminação antiexplosão.

SOLUÇÃO:

Os clientes procuram muito os nossos modelos antiexplosão Raclite com certificação Inmetro para zona 0. Isso significa que podem ser usados em qualquer área de risco, até mesmo as mais perigosas.

Já os refletores, muitas empresas usam modelos com cabo, que trazem algumas inconveniências para o trabalho. O nosso modelo antiexplosão zona 0 é a bateria, possui base magnética permitindo ser fixado em qualquer parte metálica, trazendo comodidade e segurança.

Produtos:

EX120 RACLITE – LANTERNA ANTIEXPLOSÃO ZONA 0 (235 LUMENS)

EXHT180 RACLITE – LANTERNA ANTIEXPLOSÃO ZONA 0 (216 LUMENS)

DESAFIO: Armazenamento de grãos e alimentos

Auxílio de iluminação nas inspeções, manutenções e limpeza de silos, armazéns e galpões

SOLUÇÃO:

Sendo espaços confinados, os silos apresentam um alto risco de explosão. Por isso, as lanternas antiexplosão utilizadas devem possuir certificação para uso áreas classificadas. Nossas lanternas de cabeça são bastante utilizadas por permitir deixar as mãos livres para o trabalho.

Para inspeções e limpeza do lado de fora, não é necessário equipamentos zona 0, nossos refletores sem cabo e um sistema de iluminação de grande potência são muito bem aceitos pela sua comodidade, flexibilidade de uso e segurança.

Produtos:

NIGTHSTICK 5592 RACLITE – REFLETOR ANTIEXPLOSÃO COM BASE MAGNÉTICA RECARREGÁVEL (1.000 LUMENS)

EX125 RACLITE – LANTERNA ANTIEXPLOSÃO ZONA 0 (141 LUMENS)

DESAFIO: Extração de óleo de soja

Iluminação na operação da extração, onde se usa produtos químicos como solventes, e nas manutenções e inspeções das plantas.

SOLUÇÃO:

As lanternas e refletores são as soluções de iluminação para agronegócio mais usadas pelos nossos clientes, sendo a alternativa mais segura para evitar acidentes nas plantas.

Aqui vale novamente lembrar que as empresas investem, e precisam investir, em produtos com certificado para zona 0, as lanternas de mão, de cabeça e o refletor à bateria, sem cabo que possui base magnética permitindo ser fixado em qualquer parte metálica.

Produtos:

EX120 RACLITE – LANTERNA ANTIEXPLOSÃO ZONA 0 (235 LUMENS)

EX88 RACLITE HEAD – LANTERNA ANTIEXPLOSÃO ZONA 0 (88 LUMENS)

DESAFIO: Expedição do farelo

Risco de explosão no ato de carregamento por se tratar de poeira inflamável quando a iluminação é feita com lanterna comum.

SOLUÇÃO:

Para evitar explosões durante o carregamento de grãos, onde se constitui uma atmosfera explosiva, as industrias utilizam nossas lanternas antiexplosão intrinsecamente seguras, já que essas não geram faíscas que podem ser a ignição necessária para uma explosão. Trabalhadores gostam e utilizam bastante as lanternas de cabeça, pois necessitam das mãos livres para o trabalho.

Produtos:

EX120 RACLITE – LANTERNA ANTIEXPLOSÃO ZONA 0 (235 LUMENS)

EXHT180 RACLITE – LANTERNA ANTIEXPLOSÃO ZONA 0 (216 LUMENS)

DESAFIO: Resíduos gerados pela indústria (bagaços de cana, cascas de frutas e de origem animal)

– Iluminação em locais de movimentação e transporte de resíduos potencialmente inflamáveis
– Depósitos e descartes de carnes e alimentos.

SOLUÇÃO:

Os resíduos acumulados liberam substâncias inflamáveis que, na presença de faíscas, geram explosões. Por isso, também é fundamental o uso de equipamentos adequados, lanternas de mão, uso na cabeça e refletor para zona 0, evitando acidentes.

DESAFIO: Manutenção, segurança do trabalho e elétrica

Inspeção, verificação, além do uso de técnicas e processos de manutenção preditiva.

SOLUÇÃO:

Nessa situação estamos abrangendo todas as áreas de uma indústria onde se fazem necessárias inspeções e processos de manutenção preditiva. Já citamos algumas situações específicas e agora vamos dar uma atenção nas chamadas “paradas programadas”.

As empresas utilizam praticamente toda a nossa linha de iluminação portátil e estamos ajudando muito na performance, custos operacionais e produtividade, com um excelente desempenho dos nossos produtos.

Lanternas de Mão para Indústria: Conheça Nossos Modelos Profissionais

Aqui na RacLite, temos mais de 40 anos de mercado em iluminação portátil para indústria. Por todo esse período, as lanternas de mão sempre estiveram entre nossos modelos mais populares.

Sua maior vantagem está no controle da luz, já que são os modelos mais fáceis de direcionar a iluminação. Além disso, estão disponíveis nos mais diversos tamanhos e potências, sendo ideais para vários setores.

Temos no total quatro modelos de lanternas de mão RacLite, atendendo diferentes necessidades. Todos possuem corpo em ABS resistente e lâmpadas LED Cree de alto brilho. Além disso, nossas opções antiexplosão são adequadas para zona 0, 1 e 2.

 

Conheça cada uma das nossas lanternas de mão para indústria:

 

1. RACLITE EX64

Nossa lanterna de precisão, a Raclite EX64 é um modelo antiexplosão de porte pequeno (14cm), perfeita para quem precisa de uma luz mais focada para trabalhar com atenção aos detalhes.

Sendo intrinsecamente segura, é ideal para locais como minas, espaços confinados e plataformas de gás e petróleo.

Com 64 lúmens, sua luz alcança até 41 metros, enquanto sua bateria chega a 20h40min de autonomia.

 

2. RACLITE EX120

Com 17cm, a RacliteEX120 é nossa lanterna antiexplosão ideal para quem busca alta potência em um tamanho compacto.

Possui dois modos de luz: alto e baixo. No alto, tem 235 lúmens, alcançando 153 metros e tendo 11 horas de autonomia. Já no modo baixo, são 83 lúmens, com 85 metros de alcance e 37h30min de autonomia.

 

3. RACLITE EX125

Já a RacliteEX125 é mais indicada para quem valoriza um modelo mais robusto. Essa lanterna antiexplosão possui um longo alcance e alta autonomia, sendo ideal para o trabalho em áreas classificadas mais amplas.

Seu modo alto possui 141 lumens, chegando a 248 metros de alcance, com uma autonomia de 42h30min. Já o modo baixo conta com 57 lumens, 154 metros de alcance e 80 horas de autonomia.

 

4. RACLITE BIG 850 +

 

Por fim, temos a RacLite Big 850 +, nossa lanterna de grande porte. Resistente, leve e com design arrojado, esse modelo é indicado para uso em grandes áreas, como em fábricas, construções, rodovias, ferrovias, navios, portos e até esportes noturnos.

Além de recarregável, ela conta ainda com saída USB, podendo ser usada para carregar seu celular. Conta ainda com 3 modos de iluminação: alto, baixo e pisca-pisca.

No modo alto, tem 1700 lúmens, alcançando 420 metros com 2h30min de autonomia. No baixo, são 1700 lúmens modo alto, 260 metros e 8h de autonomia. Já o pisca-pisca tem as mesmas especificações do alto, com o dobro de bateria – 5 horas no total.

Conclusão

As lanternas de mão para indústria estão entre nossos produtos mais populares, com três modelos antiexplosão e um profissional de grande porte. Disponíveis em diferentes tamanhos, potências e autonomias, com certeza uma delas vai atender a todas as suas necessidades.

Atendimento Raclite
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